Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

viver, assim viver

Quando penso nisso assim, sinto-me nervosa. Com borboletas no estômago, das que rodopiam até ao coração e aceleram o sangue. Apesar de ser a continuação natural da nossa situação, é diferente. É muito mais nosso. É completamente nosso. Existem as mudanças reais, existe o peso das pessoas todas saberem. Existe responsabilidade, perante o mundo, de uma coisa que era leve, porque era só nossa.

O nervoso miudinho vem de querer que as mudanças sejam só nos móveis e nas louças da casa de banho. Ou isto ou deve ser isto que as noivas sentem. Já te conheço e tu já me conheces. Vai tudo (continuar) a correr bem.

de J às 12:18
| Diz-me

estou em mudanças

E é tão bom.

de J às 00:24
| Diz-me
Terça-feira, 21 de Abril de 2009

tipo...

...coiso.

de J às 17:37
| Diz-me | O que disseste (2)
Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

querido Pierce

Não tinhas nada que envelhecer.

Tau tau no Pierce.

 

 

 

*suspiro.....

o que vale é que tenho um destes lá em casa. Dos bons. Lindo. Charmoso. Doce. Tudo o que uma mulher pode querer.

de J às 14:58
| Diz-me | O que disseste (2)
Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

faz-me espécie

Pessoas que nos dizem a torto e a direito que são as nossas melhores amigas e que, de repente, se evaporam no ar. O amor não é desculpa para tudo. Ser-se pequenino e com um grande ego, sim.

 

Pessoas que falam demasiado alto só porque sim.

 

Pessoas que têm filhos e que depois não têm paciência para eles e os tentem impingir a tudo o que é pessoa.

 

Pessoas que mudam de ideias de 2 em 2 dias.

 

Pessoas que não mudam de ideias nenhuma vez na vida.

 

Aranhas. Faz-me horrorosa, dolorosa e enjoativamente espécie. "O" meu medo. Por mim, decretava uma lei em que aranha que se prezasse não se podia chegar a mim num raio de 2km. Fora isso, não lhes quero nada de mal. Simplesmente, que não as veja.

 

Homens que falam comigo só a olhar para as minhas mamas. Acham que quê, que não dou conta?

 

Lógicas imbatíveis, como a lógica da batata.

 

Pessoas que querem e depois já não querem.

 

Piropos que não são criativos nem elegantes.

 

Reuniões que só me fazem perder tempo.

 

Não ter mais tempo para aprender tudo o que gostaria.

 

Não me levarem a sério.

 

Às vezes não desatar a dizer um chorrilho de asneiras quando me fazia bem, só porque me faz espécie dizer asneiras.

 

O Benfica. Faz-me espécie e dá-me vontade de rir. É híbrido.

 

Ter que ser sempre eu a convidar os amigos para isto e para aquilo. O telefone/mail costuma funcionar para os dois lados.

 

Não me embebedar mais vezes. Fazia-me bem. E com possibilidade de escolha da companhia e actos seguintes.

 

Pessoas que não entendem a minha vocação para meter "inho" em tudo o que é palavrinha. Quem não sabe lidar com o fofo q.b.

 

Que os doces engordem. Isto faz-me muita espécie. Especialmente porque acho que não é justo eu - e muito boa gente - ter que passar a vida a comer folhas de alface para caber nos modelitos que nem sequer cabem ao Menino Jesus.

 

Não ser racional sobre certos assuntos que deveria ser.

 

Não estar contigo agora.

 

 

 

 

de J às 15:58
| Diz-me | O que disseste (1)
Sábado, 11 de Abril de 2009

shall we?

 

 

 

 

de J às 11:39
| Diz-me
Terça-feira, 7 de Abril de 2009

hoje...

de J às 10:37
| Diz-me | O que disseste (3)
Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

vale a pena eu pensar nisto

"Toda a gente me pergunta se estou farta, que devo estar ansiosa por conhecê-la, a médica assegura que isto dificilmente passa dos primeiros dias de Janeiro. E eu só penso que não, que não, que a miúda fique onde está, porque eu preciso, desesperadamente, de acabar a tese. Tenho muita pena de estar a viver esta fase assim, a tese na cabeça, a tese, a tese, devia tirar mais tempo para me enternecer com as roupas pequeninas e cheirosas, com esta criança dentro de mim, com esta barriga redonda que parece a lua. Devia tirar fotografias. Devia sonhar com ela, falar com ela, pensar mais nela, e o raio da tese não deixa."


"Leio os silêncios de quem olha para mim. E sei que eles pensam, muitos deles pensam, que isto é uma tolice e um atraso de vida. E sei que eles pensam, muitos deles pensam, que razão tinha o doutor não-sei-quantos, que dizia que as mulheres, para abraçarem esta vida, não deviam poder casar (ter filhos muito menos, mas suponho que não lhes ocorra que são duas escolhas diferentes, e uma não pressupõe a outra). E sei que se pudessem, muitos deles, se pudessem, proibiam os filhos antes das teses. Ou mandariam para casa as mulheres mães, esses seres de neurónios queimados e horários condicionados. Esses seres para quem as prioridades, o mais importante, o melhor da vida, está fora dali."



Escrito pela mesma pessoa, algures aqui...

de J às 11:07
| Diz-me | O que disseste (3)
Sábado, 4 de Abril de 2009

as minhas fotografias de Paris...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sim, sim... também tenho da Torre Eiffel, do Louvre, e assim.... ;)

 

de J às 00:54
| Diz-me | O que disseste (2)

|mim

|procuras...?

 

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